Os persas formaram uma importante
civilização na antiguidade oriental, ocupando a região da Pérsia (atualmente
Irã, Iraque e Turquia). Este povo dedicou-se às atividades comerciais, fazendo
do comércio a principal fonte de desenvolvimento econômico. A política no
estado persa era toda dominada e feita pelo imperador (rei), soberano absoluto
que mandava e controlava tudo e todos. O rei era considerado uma espécie de
deus na Terra, desta forma, o poder era considerado de direito divino.
Principais Governantes:
-
Ciro I (559 -529 a.C.) – fundador do Império Persa: expansão militar, libertou
os hebreus do cativeiro da Babilônia;
-
Cambises (529 – 522 a.C.) – conquistador do Egito, na batalha de Pelusa, em 525
a.C;
-
Dario I (512 – 484 a.C.) – responsável pela organização administrativa do
Império Persa, dividiu as províncias chamadas satrápias.
ECONOMIA, SOCIEDADE E
POLÍTICA PERSA:
·Agricultura;
·Muitos
tributos para o povo;
·Comércio
facilitado pelas estradas – Estada Real construída por Dário;
·Dárico:
moeda persa que assegurava a unidade comercial;
·Poder
político centrado nas mãos do imperador;
·RELIGIÃO PERSA: dualista –
duas divindades controladoras do mundo Ormuz-Masda- Deus do bem, da luz e Arimã
– Deus do mal, das trevas.
·Zoroastro
(zaratustra);
·Acreditavam
em vida após a morte e na vinda do Messias salvador.
Persepólis
Civilização Persa
A umidade e o tempo destruíram todo o
mobiliário de madeira da Mesopotâmia, sobrando poucos fragmentos. O que se sabe
deste mobiliário baseia-se em relevos murais, em decorações de marfim e bronze
e em selos cilíndricos. Na mesopotâmia o mobiliário não mudou muito,
era basicamente semelhante ao egípcio, só que eram menos delicados sem muitos
detalhes. Constituído por: camas, cadeiras, caixas e tamboretes.
Os Fenícios foram uma antiga civilização que se
localizava no norte da antiga Canaã, ao
longo das regiões litorâneas dos atuais Líbano, Síria e norte
de Israel. A civilização fenícia foi uma cultura comercial maritima empreendedora que se espalhou por todo o mar Mediterrâneo converteram-se nos melhores comerciantes e
marinheiros do mundo antigo, durante o período que foi de 1500 a.C. a 300 a.C.
Sua civilização estava organizada em cidades-estado, de maneira
semelhante à Grécia
Antiga; cada uma destas constituía uma unidade política
independente, que frequentemente se entravam em conflito e podiam dominar umas
as outras - embora também colaborassem através de ligas e alianças.
A fenícia terra de
marinheiros e comerciantes, ocupava uma estreita área, com aproximadamente 40KM
de largura, entre o mar Mediterrâneo e as Montanhas do Líbano. Atualmente essa
região corresponde ao Líbano e parte da Síria.
Entre os fatores que
favoreceram o sucesso comercial e marítimo da Fenícia, podemos destacar que a
região:
Era muito
encruzilhada de rotas comerciais, o escoadouro natural das caravanas de
comercio que vinham da Ásia em direção ao Mediterrâneo;
Os fatores que favoreciam o sucesso comercial e marítimo da Fenícia eram devido
à região:
ØTer muitas encruzilhadas de rotas comerciais, o
escoadouro natural das caravanas de comercio que vinham da Ásia em direção ao
Mediterrâneo.
ØSer rica em cedros, que favoreciam a valiosa madeira para
a construção de navios. Era muito abundante e espalhava um odor característico
que podia ser pressentido ao longe, fato este que deu ao Líbano o nome de
"montanha dos perfumes". - que forneciam a valiosa madeira para a
construção de navios;
ØPossuir bons portos naturais em suas principais cidades
Ugarit, Biblos, Sidon e Tiro.
ØTinha praias repletas de um molusco (múrice),
do qual se extraía a púrpura, corante de cor vermelha utilizando para o
tingimento de tecidos, muito procurados entre as elites de diversas regiões da
Antiguidade.
Entre os animais
domésticos criados pelos fenícios estão: o asno, o boi, a ovelha, a cabra,
etc.. O cavalo e o camelo surgiram provavelmente na primeira metade do segundo
milênio. O mar oferecia peixe em abundância. Nas florestas do Líbano existiam
feras como a pantera, o urso, o lobo, a hiena, etc.
Freqüentemente, as
cidades fenícias entravam em guerra, disputando entre si novos mercados para seus produtos. Algumas dessas cidades pagavam
tributos a povos estrangeiros, para receber, em troca, segurança e
tranqüilidade contra os seus rivais do comércio.Nenhuma
cidade fenícia era suficientemente poderosa para impor completamente dominação
sobre as demais.
Os fenícios realizavam comércio através da galé, um veículo movido a velas e remos, e são creditados como os inventores dos birremes, barcos com duas ou três fileiras de remos
de até 35 metros. O navio fenício era a melhor embarcação da Antiguidade.
Galera
fenícia com uma estreita plataforma de combate.
Os fenícios
construíram barcos sólidos e grandes, de um só mastro, que alcançavam um
deslocamento de até 300 toneladas. Neles se encontravam várias características
dos navios egípcios e cretenses. Navegavam a vela só com vento favorável,
utilizando escravos para o remo. O prolongamento da proa terminava com uma
cabeça de cavalo esculpida, enquanto a parte saliente da popa, curvada para
dentro, tinha a forma de rabo de peixe.
Imperava a
pirataria e por isso os mercadores fenícios eram bem armados. A nave de guerra
dos fenícios era a birreme — uma galera com duas ordens de
remos, com uma vela quadrada no único mastro. Veloz, fácil de
manobrar, de pouca imersão, mas também pouco apropriada para o mar, tinha como
principal característica uma ponte de combate e, além disso, um rosto maciço,
em forma de corno.
O solo
montanhoso da Fenícia não era favorável ao desenvolvimento agrícola e pastoril.
Vivendo como que espremidos em seu território, o povo fenício percebeu a
necessidade de se lançar ao mar e desenvolver o comercio pelas cidades do
Mediterrâneo.
O desenvolvimento do comércio entre os fenícios aconteceu
primordialmente através da realização de trocas de mercadorias. Com o passar do
tempo, a expansão das atividades privilegiaram a fabricação de moedas que
facilitaram a realização de negócios.
Todo esse
desenvolvimento mercantil observado entre os fenícios influenciou o domínio e a
criação de técnicas e saberes vinculados ao intenso trânsito dos fenícios. Fundaram
entrepostos comerciais e relacionavam-se com todos os povos da região.
Desenvolvem
técnicas de navegação e de fabricação de barco, vidro, tecido e artesanato
metalúrgico. Atribui-se também a esta cultura a invenção
da tinta púrpura.
A
astronomia foi um campo desenvolvido em função das técnicas de navegação
necessárias à prática comercial.
O comércio feito com os povos egípcios e mesopotâmicos, fez com que os
fenícios enricassem rapidamente. Com audácia, pericia e grandes galeras,
percorreram o mar Mediterrâneo, atingiram o Atlântico e viajaram em torno da
África. Aliando vocação marítima com habilidade comercial, fundaram importantes
colônias com Cartago.
Mapa da Fenícia
e rotas de comércio
O cedro, objetos de metais, tecidos, cerâmicas, jóias e tinturas, eram os
principais produtos comercializados pelos Fenícios.
A principal
contribuição fenícia para a civilização foi o alfabeto. Era uma forma simples e prática baseada em 22
letras. Até a palavra alfabeto provém dos fenícios. As duas primeiras letras Aleph e Beth, para o grego foram traduzidas para alpha e beta. O alfabeto criado pelos
fenícios foi aprimorado pelos gregos e pelos romanos. Tal avanço
constitui o maior legado da cultura fenícia nos nossos dias.
Os fenícios também contribuíram com avanços para
conservar seus escritos. Antes eram usados lâminas de barro cozido, eles agora
passaram a usar rolos de papiro e tinta.
Ruínas Egípcias
Colonizaram
o sul da península Itálica, onde fundaram Cartago em 814 a.C. A partir de 800
a.C. a Fenícia faz parte do Império Babilônico, do Persa e do Macedônico. Com a
queda de Tiro, em 332 a.C., a hegemonia para Cartago, que enfrenta os romanos
nas Guerras Púnicas.
Cartagofoi uma antiga cidade,
originariamente umacolôniafenícianonorte
da África, situada alestedolago
de Túnis. Foi uma potência naAntiguidade,
disputando comRomao controle domar Mediterrâneo. Dessa disputa
originaram-se as trêsGuerras
Púnicas, após as quais Cartago foi destruída.
Ruínas Fenícias
Cartago
Publicado por Beatriz Krüger e Jessica Storch.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Babilônia e seu Império - Jardim Suspenso
Muitos historiadores afirmam que a
Babilônia é um dos berços das civilizações, pois é uma das sociedades mais
antigas que conhecemos. Situada na região da Mesopotâmia (entre os rios
Tigre e Eufrates) apresentou um grande desenvolvimento social, econômico,
político e cultural. Achados arqueológicos apontam para a existência da
sociedade babilônica há mais de cinco mil anos.
Cidade da Babilônia
A grandiosidade da Babilônia apareceu durante
o reinado de Hamurábi. Este rei, utilizando sua habilidade bélica, conquistou
várias cidades e regiões ao redor.
Durante
esta época a Babilônia tornou-se uma das regiões mais prósperas do mundo
antigo. A cidade era composta de habitações luxuosas e grandes templos
religiosos. Estes, eram administrados pelos sacerdotes, que também tinham a
função de tomar conta das finanças do governo.
Na
Babilônia foi construído o Jardim suspenso (fotos abaixo) , a mando do rei Nabucodonosor, no século VI a.C., tornando-se uma
das principais obras arquitetônicas empreendidas pelo monarca durante seu
reinado pela Mesopotâmia.
A obra é considerada uma das Sete
Maravilhas do Mundo Antigo, apesar de não se ter registros de sua
existência em pesquisas arqueológicas.
Eram
compostos por cerca de seis terraços construídos como andares, dando a idéia de
serem elevadiços – ou suspensos, como o próprio nome sugere.
Datada de 5.000 a.C, a civilização
egípcia situou-se no Vale do Rio Nilo,
cujas margens eram férteis e, determinante para o desenvolvimento desta
civilização. A religião orientou e dominou a vida no Egito, e por meio dela se justificou
desde a organização política e social e até
a produção artística.
Arte
A cultura egípcia antiga proporcionou uma das maiores influencias na humanidade.
A arte egípcia esteve
focada na glorificação dos deuses e do "rei" faraó que era
divinizado, para o qual se erguiam estatuetas, templos e
pirâmides monstruosas e construções mortuárias como túmulos.
A arte egípcia caracteriza-se principalmente
através da Pintura, Arquitetura e da Escultura.
A arte do EGITO Antigo é,
sobretudo arte sacra. Tendo como o ponto principal dedicação à
morte, onde tudo no Egito era orientado por ela. Templos, tumbas, pinturas morais,
estátuas estavam ao serviço de uma religião que tenta dominar a morte e a
profundidade cósmica. O faraó tornava-se uma figura central como mediador entre
os deuses e os homens. A situação geográfica do país, isolado por mar e
desertos também determinava o desenvolvimento da arte egípcia.
A arte era usada para atestar a grandiosidade e a
importância do poder político e religioso do Faraó, era também muito
limitada, ou seja, padronizada, pois ela estava ligada à religião e servia de
veículo para a difusão dos preceitos e das crenças.
Murais com
escrita hierogríficas
Religião
A
religião influenciou toda a vida egípcia, o fundamento ideológico da arte egípcia é a glorificação dos deuses e do rei defunto divinizado, para os
quais se erguiam templos funerários grandiosos,
verdadeiras obras de arte.
O faraó era considerado um ser divino que
exercia completo domínio sobre seu povo, que ao partir deste mundo, voltava para
junto dos deuses dos quais viera. Os
egípcios acreditavam em deuses, e, também numa vida após a morte, concebiam que essa vida era mais
importante e, que depois de morto a alma voltaria para o corpo.
Deveria ser seguida uma hierarquia levando em consideração o peso da alma, ou seja, quanto mais
importante uma pessoa fosse, maior ela deveria ser pintada. O povo ou os servos
deveriam ser pintados como se estivessem reverenciando ou adorando o faraó. Eles
acreditavam que assim iriam melhorar sua imagem.
A decoração colorida era um poderoso elemento de
complementação das atitudes religiosas.
Mobiliário
As artes decorativas eram executadas
pelos artesãos e estavam presentes em todos os móveis da época, considerados
elegantes e confortáveis, eram móveis de cores vivas e de diversos
materiais, eram utilizados o ouro, pedras preciosas, madeira, pedra, marfim,
couro, tecidos e junco. A maioria construídos
com madeira, com incrustações de marfim, metal ou pintura
laqueada. Algumas peças ainda podem ser vistas nos museus da Europa e do
Cairo.
Os móveis que os historiadores têm conhecimento são:
camas, cadeiras, cadeiras de braço, bancos, mesa, mesa portátil, arca, armações
de leitos, divãs, dossel, vasos, apoio de cabeça, trono.
O estilo, a forma e o desenho se davam de várias formas,
pois variava nos períodos das dinastias; mais no geral os móveis eram baixos,
eram muitas vezes revestidas de ouro, as pernas de camas, cadeiras, bancos,
representavam algum animal, como por exemplo, patas de touro, patas de leão e
patas de gazela; eram muito usados móveis de assento ripas de madeiras de
assento côncavo ou de curva dupla e pés cruzados onde tinham forma de
pescoço e do bico de um pato.
Bancos :
possuíam assento côncavo e podiam ter três ou quatro pernas, com traves retas,
inclinadas ou pernas em formato de “X”, alguns ainda apresentavam um pequeno
encosto.
Trono
de Tutankhamon
Pintura
Haviam
diversas regras sobre como pintar no Antigo Egito. Seguia-se a chamada Lei da
frontalidade, onde um humano não deveria ser pintado com a cabeça, membros
inferiores e superiores virados para frente, mas olhos e o tronco poderiam. Os traços são estilizados e rígidos, as formas são
bidimensionais - ausência de volumetria -, e a cor é aplicada em manchas uniformes. Todas as
figuras eram mostradas do ângulo que podiam ser melhor identificadas.
Os
antigos egípcios criaram a pintura para fazer da vida pós-morte um lugar
agradável. Os temas incluíam a jornada para o outro mundo ou divindades
protetoras que apresentavam o morto para os deuses do pós-morte. Algumas
pinturas mostram as atividades que o morto gostava de fazer quando era vivo e
que, gostaria de continuar fazendo por toda a eternidade.
Curiosidade
As cores das
pinturas egípcias eram elaboradas da seguinte forma:
·O preto era usado
para fazer a pintura a partir do Carvão de madeira ou Pirolusite - é um óxido
de manganésio do deserto do Sinai.
·O Branco era usado
para fazer a pintura a partir do Cal Ou Gesso.
·O Vermelho era
usado para fazer a pintura a partir do Ocre.
·O Amarelo eles
usavam o Óxido de ferro hidratado - limonite.
·O Verde era feito
através do malaquite de sinai.
·O Azul era
elaborado a partir do Azurite - Carbonato de Cobre - ou Óxido de Cobalto.
Os arquitetos no antigo Egito eram
considerados as pessoas que realizavam os grandes sonhos dos faraós. As primeiras
tumbas egípcias buscavam realizar uma reprodução fiel da residência de suas
principais autoridades. Porem, as pessoas sem grande projeção eram enterradas
em construções mais simples que, em certa medida, indicava o prestígio social
do indivíduo.
O processo de centralização política e a
divinização da figura do faraó tiveram grande importância para a construção das
primeiras pirâmides. Essas construções, que estabelecem um importante marco na
arquitetura egípcia, têm como as principais representantes as três pirâmides do
deserto de Gizé, construídas pelos faraós Quóps, Quéfren e Miquerinos. Próxima
a essas construções, também pode se destacar a existência da famosa esfinge do
faraó Quéfren.
Segundo
MILLARD (1975, p. 40) “Os egípcios não tinham guindastes nem roldanas. Todos os
seus monumentos foram erguidos com a ajuda de rampas de cascalho e areia. Os
grupos de homens arrastavam blocos de pedra pelas rampas acima. Por vezes,
colocavam-se rolos por baixo dos blocos para que se movessem mais facilmente.
Os blocos eram dispostos em uma camada de cada vez. As pirâmides de Gizé são as
maiores e as mais bem construídas de todas as pirâmides. Foram utilizados
enormes blocos de pedras em toda a parte. O revestimento exterior era feito de
blocos do mais fino calcário branco. Posteriormente, as pirâmides tornaram-se
mais pequenas e algumas delas tinham pequenos blocos de pedra e cascalho no
interior, enquanto outras apenas tinham tijolos de barro.
Para construir
um templo, os egípcios marcavam a planta no chão e depois colocavam as bases
das colunas e a primeira camada de blocos para as paredes. Os espaços entre os
blocos eram enchidos com areia, proporcionando uma superfície plana, sobre a
qual se colocava a nova camada de pedras. Utilizavam uma rampa sempre
crescente, ao longo da qual as pedras eram arrastadas. Depois de aplicada cada
camada, acrescentavam mais areia para alisar de novo a superfície. A areia era
então retirada e ao mesmo tempo, faziam-se as decorações.”
Templo de Ramsés II em Abu Simbel
Pirâmide de Djoser
As esfinges
egípcias também eram uma bela forma arquitetônica. Geralmente existiam inúmeras
esfinges que ficavam de ambos os lados das estradas que davam acesso aos
templos. As esfinges mais comuns eram estátuas com corpo de leão e cabeça
humana
Esfinge de Gizé (Giza)
Existiam ainda outras formas arquitetônicas no antigo Egito. Como entradas de
templos que eram uma verdadeira obra de arte, ou salas que eram sustentadas por
diversas colunas, conhecida popularmente como hipóstila. Que apesar de fazerem
parte dos complexos dos templos eram de uma beleza ímpar.
Hipóstila – Em Karnak
Escultura
A representação de um faraó ou um nobre era o
substituto físico da morte, sua cópia em caso de decomposição do corpo
mumificado. Isso talvez pudesse justificar o exacerbado naturalismo alcançado
pelos escultores egípcios principalmente no Império Antigo. Com o passar do
tempo, a escultura acabou se estilizando. As estatuetas de barro eram peças
concebidas como partes complementares do conjunto de objetos no ritual
funerário. Já a estatuária monumental de templos e palácios surgiu a partir da
18ª dinastia, como parte da nova arquitetura imperial, de caráter representativo.
O ouro era utilizado para fazer
máscaras mortuárias que serviam de proteção para
o rosto da múmia.